Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011

Não me quero debruçar sobre as operações de compra e venda de

jogadores no país da Futebolândia. Isso é trabalho para as entidades competentes, se estiverem interessadas em saber como se processa a fuga de capitais para Caymão ou Jersey, onde ficam depositadas largas comissões na conta deste e daqueloutro. O que me espanta, é saber que o futebol, afinal, tambem está a penar com esta crise... É verdade. Apesar de ouvirmos, todos os anos, que este ou aquele clube "comprou" por dezenas de milhões o jogador Xis, ou que o clube da Senhora da Hora, da Cedofeita ou da Senhora da Luz "vendeu" tres jogadores por mais de 40 milhões de euros, apesar deste forró, o negócio do futebol vai de mal a pior... Hoje fiquei a saber, pelo Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Profissionais da Bola, que é urgente uma tomada de posição por parte do Presidente da República. "Cavaco tem de chamar a Belém clubes, Federação e Governo". Para falar de quê? -- "Sobre o excesso de futebolistas estrangeiros a actuar em Portugal". O sindicalista reclama de Cavaco Silva "uma activa magistratura de influência", para que o futebol nacional possa criar um muro à sua volta. Isto não pode continuar: equipas portuguesas, dirigidas por portugueses e orientadas por lusos, sejam constituidas maioritáriamente por estrangeiros -- desabafa o sindicalista do futebol... Depois do "buraco" na Madeira, causado pelo respectivo soba, temos agora mais uma desgraça: a falência do futebol luso. Mas eu não acredito que a troika aceite fazer um acordo monetário para resgatar a Futebolândia nacional do colapso financeiro. Sim, o problema não está no espaço Shenguen e no que ele impõe, mas sim na falta de dinheirinho... A Futebolândia vive das transações multimilionárias, e julga que é a altura ideal para sacar mais dinheiro do Estado, através do "euromilhões" ou de saques especiais de conta do Estado. Eu não acredito que o xenofobismo tenha chegado ao futebol, ou que haja quem queira acabar com a livre circulação de "mercadorias". A questão é que a Futebolândia sempre viveu à sombra do Estado, e quer aproveitar os excedentes que possam ficar do empréstimo da troika. Tal como fez o soba da Madeira.



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Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011

Vemos, ouvimos e lemos que os "Bispos [portugueses] querem virar

a missa para os problemas sociais", mas o Governo que temos não parece interessado em "virar" a economia nacional. Apenas se preocupa em arrebanhar dinheiro, através do aumento de impostos e do corte nos salários e pensões. Efectivamente, o ministério da Economia, que é presidido pelo Álvaro [Santos Pereira] não parece interessado no crescimento económico. Dir-me-ão que a economia, cabe ao sector privado desenvolve-la, mas nesta emergência, eu penso que compete ao Estado contribuir para o crescimento económico. Sendo certo que o consumo privado continua a baixar, só nos resta incrementar as exportações. E o que é que tem feito o ministério da Economia para alavancar os mercados externos? Nada. O aumento de 6% nas exportações durante o segundo semestre, deve-se ao trabalho desenvolvido por José Sócrates, que mobilizou as empresas exportadoras para se lançarem nos mercados exteriores à UE, ajudando, através de contactos diplomáticos, e promovendo a indústria nacional junto dos BRIC, dos PALOPs e da América Latina. Neste particular, que tem feito o ministro Álvaro [Santos Pereira]? Por enquanto, nada. Até cortou as pernas ao AICEP, único organismo público dedicado a promover as exportações, e que era dirigido por Basílio Horta, actual deputado do PS. Mas não haverá ninguem neste Governo, que tenha pensado em incrementar as exportações nacionais? Um Governo de economistas, financeiros e propagandistas, e ninguem tem a noção de que, a salvação do país, neste tempo de crise, passa exclusivamente pelas exportações?  Se o Governo tem essa noção, por que não se empenha em motivar as nossas empresas exportadoras para marcarem presença em todos os fóruns e feiras internacionais? Julgam que lhes "caiem os pés na lama" por ajudarem a vender o que Portugal produz?... Mas isso é o que faz os States, a Inglaterra, a Alemanha, a França, a China, a India, o Brasil!... Ajudem pois as empresas exportadoras!  Ajudem a subir o PIB, vendendo lá para fora! O mais importante é a economia, que comanda as nossas vidas.

Acabam-se os problems com o abastecimento de gas natural vindo da Rússia, através da Ucrânia. O Nord Stream Pipeline, de 1.224km de extensão, construido sob as águas do Mar Báltico, já está em fase de bombagem. O pipeline gémeo estará concluido em 2012. Parte de Vyborg (Rússia) e vai até Greifswald (Alemanha). Fornecerá 55 biliões de metros cúbicos durante 50 anos. O projecto está orçado em 12 mil milhões de euros. Para mais pormenores, click aqui.



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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011

Ainda não acabaram os 100 dias graça deste Governo, e já temos

os críticos de Passos Coelho a fazerem-lhe guerra, e a trazer-nos à memória os tempos do "menino guerreiro", quando este se queixava dos "maus tratos infligidos pelos irmãos mais novos". O Partido Popular Democratico (PPD), que Sá Carneiro rebatizou de Partido Social Democrata (PSD/PPD), para fazer frente ao Partido Socialista (PS) nas reuniões da Internacional Socialista (IS), continua a ser um "saco de gatos". A matriz do PSD é o populismo, rural e citadino, mas tambem é a social-democracia. O PSD é um partido de "tendências", de que fazem parte sá-carneiristas, cavaquistas, mendistas, ferreiristas, barrosistas, santanistas, and so on. Actualmente, o PSD é um nicho de neoliberais, que ganhou a liderança em eleições internas, onde eram minoritários contra a corrente "social-democrata" liderada pela Velha Senhora, Manuela Ferreira Leite. A Velha Senhora, que era a esperança dos "cavaquistas", perdeu as eleições legislativas contra Sócrates, em Setembro de 2009, e perdeu as eleições para presidente do PSD, contra o liberal Pedro Passos Coelho. A velha guarda do "cavaquismo" não perdoou a Passos Coelho. Quando este elaborou as listas para deputados às legislativas de 5 de Junho, nenhum dos dinossauros cavaquistas aceitou fazer parte... Todavia acabaram por apoiar aquela "gente honrada, honesta e competente"... Mas, chegados aqui, a coisa começa a mudar de figura: o Governo de Passos Coelho dá o dito por não dito e aumenta os impostos, corta nos benefícios sociais, no subsídio de Natal, e encarece os transportes públicos, as taxas moderadoras, e por aí fora... Sobre o propalado "corte nas gorduras do Estado", nada. Agora, os social-democratas do PSD acusam Passos Coelho de mentiroso, por não cumprir com o que prometeu durante a campanha eleitoral. Os "inimigos" de Passos Coelho (dentro do partido) são: Manuela Ferreira Leite, Pacheco Pereira, Marques Mendes, António Capucho, Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio, Vasco Graça Moura, entre outros. Se a estes juntarmos os anti-liberais do Centro Democrático e Social (CDS), podemos avaliar como Passos Coelho está frágil... Só lhe resta, como compagnons de route,  os chamados "independentes" -- o Álvaro [Santos Pereira], o Carlos Gaspar e Paulo Macedo.



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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011

O editorial de hoje do DN "furou" o boicoite, decretado pela Central

de Informações do Governo de Passos Coelho, às notícias que digam respeito à "crise internacional" -- que afecta a economia portuguesa, e tantas vezes foi referida por José Sócrates. Naqueles dias, os candidatos ao "pote", culpavam apenas Sócrates, pela crise financeira e económica que se abatera sobre Portugal. Para serem coerentes, Passos Coelho e os seus aliados, não queriam, até agora, assacar as culpas à crise do sub prime, que tivera origem nos EUA e se propagara á economia mundial. Agora, que estão no poder, já começam a MUDAR o discurso. Vejamos o que diz a "secção laranja" do PSD no editorial do DN: "...por efeitos de uma crise, cuja importância não vale apenas ser minimizada, [que] rebentou há já quatro anos, em Agosto de 2007, no crédito imobiliário norte-americano, [e que se] agravou, no Outono de 2008, estendendo-se por todos os continentes em fins de 2008, princípios de 2009, lançando a economia mundial nesse ano numa recessão sincronizada à escala mundial, como já não se via há sete décadas. Acontece que a história não acaba aqui". [...] "Na sequência da resposta coordenada dos principais bancos centrais e dos Governos dos países desenvolvidos, cortou-se a quebra econónima [injectando dinheiro na banca, nas empresas, no consumo], mas surgiu, sobretudo na Europa, o sobreendividamento de vários países da zona euro. [Perante isto, os governos voltaram-se para o corte nos défices das contas públicas, levando ao desinvestimento público, ao aumento dos impostos, ao corte nos subsídios, ao desemprego, à recessão]. "O investimento já se ressente e, com ele, o crescimento económico. Nas condições internas de Portugal, pouco pode a economia nacional fazer para contrariar esta tendência. Está à mercê dela. [...] Como se vê, a "secção laranja" do Diário de Notícias continua a tudo fazer para "desculpar" as políticas neoliberais do Governo liderado por Passos Coelho. No tempo de Sócrates, para os candidatos ao "pote", não havia "crise internacional", era tudo por "incompetência do Governo de José Sócrates"... A campanha de ódio e de mentiras contra Sócrates foi tão cega e violenta, que alguns dos candidatos ao "pote" chegaram a pedir "um inquérito para incriminar judicialmente José Sócrates" pela crise em que o país se encontrava... O ódio e a fúria dos inquisidores alcançou uma dimensão paranóica. Hoje, estão a pagar os "pecados" cometidos, batendo com a mão no peito: Amen. Já admitem o efeito de "crise internacional"... Cínicos, hipócritas, mentirosos -- o que queriam era chegar ao "pote".

Os E.U.A estão a arder... No Texas, e depois do furacão Irene ter passado...



publicado por Evaristo Ferreira às 14:44 | link do post | comentar

Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011

Até agora, o rumo deste Governo, continua vago e indefinido. O que

parece evidente, é o aumento de impostos, a descida das pensões e salários, o corte no Estado Social. Tudo aquilo que Passos Coelho prometeu não fazer, é justamente o que tem feito, até agora. Continua a não "cortar nas gorduras do Estado", como havia prometido. Quanto à política externa, Passos Coelho sempre esqueceu a União Europeia, quer no Programa de Governo, quer no que toca à acção política. Este Governo e os seus sequazes "papagaios", incluindo o Catroga dos pentelhos, continuam a propagandear que o "estado a que chegámos" se deve ao governo de José Sócrates e aos portugueses, a todos os portugueses, pobres e remediados, porque "gastaram o que não tinham"... E assim se faz política e propaganda neste Governo, atirando as culpas para os outros... Continuam a ignorar a "crise internacional", que arrasou as finanças e a economia europeia. Aqui há cerca de tres semanas houve um ministro que chamou a atenção para a "crise internacional", mas logo a Central de Comunicações deste Governo, liderada pelo "poderoso" ministro Miguel Relvas, mandou "rasurar" dos discursos oficiais a alusão à "crise internacional". O ministro das Finanças, Carlos Gastar, ignorou esse fenómeno, numa audição aos deputados na AR, e tambem na "aula professoral" destinada aos "jotinhas" da Universidade de Verão, que decorreu em Castelo de Vide.

 

Mas a questão maior deste Governo, parece estar a desenhar-se

nos discursos contraditórios entre os seus diversos ministros, incluindo o chefe do Governo, Pedro Passos Coelho. No encerramento da Universidade de Verão do PSD, o primeiro-ministro prometeu "fazer de 2012 o ano do princípio do fim da emergência nacional", afirmando ainda que, a "partir já de 2013, vai finalmente libertar os portugueses do fardo da dívida". Dias antes, o ministro das Finanças, Carlos Gaspar, disse o contrário: "A superação da crise não vai ser rápida" e exigirá muito " sacrifício, muito esforço,  trabalho, e empenho de todos [os portugueses]".  Na questão das eurobons, Passos Coelho tinha dito hà cerca de um mês que era favorável à emissão de Obrigações europeias, e Paulo Portas disse que era uma boa ideia. No entanto, há oito dias, frente à senhora Angela Merkel, Passos Coelho alinhou no discurso da Chanceler, recusando a emissão das eurobonds... Afinal, onde está a verticalidade, o compromisso à palavra dada de Passos Coelho? Com as eleições regionais da Madeira, marcadas para 9 de Outubro, as contradições dentro da coligação vão acentuar-se. Vamos ter o ministro dos Estrangeiros, Paulo Portas, a atacar o soba da Madeira, responsável pela gigantesca dívida acumulada, e o primeiro-ministro Passos Coelho a colocar-se ao lado do dinossauro Jardim, a pedido deste. Só espero e desejo que a actual coligação seja responsável, governe o país, cumpra com o que se comprometeu, e não se dissolva por causa do "bailinho da Madeira". O pior é que a comunicação e o respeito mútuo, entre São Pedro e São Paulo, não parece existir.



publicado por Evaristo Ferreira às 16:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

Até as livrarias mudaram... Umas desapareceram, outra resistem,

com dificuldades, mas estas já perderam a magia, o encanto e a riqueza de outras eras. Antigamente ia-se a uma livraria e encontravamos obras completas de autores portugueses, clássicos ou contemporâneos. Numa livraria dessas havia sempre um livreiro, um especialista, um conselheiro em literatura. Hoje as livrarias são apenas montras de livros, com 98% de autores estrangeiros, traduzidos ou no original. Livros que se vendem nos hipermercados, a preços correntes ou a desconto de 50%. É o comércio dos livros, das edições de autor, de memorialistas, comentadores ou simples escrevinhadores. Numa visita a cinco livrarias (Diário de Notícias-Rossio, Aillaud & Lellos e Portugal-Rua do Carmo, até à Bertrand e Sá da Costa-Rua Garrett) encontrei as seguintes "obras literárias":

 

MUDAR, de Pedro Passos Coelho, O ESTADO EM QUE NOS ENCONTRAMOS, de Luis Marques Mendes [e] DESATAR O NÓ, de António Carrapatoso [é] A OPERETA DOS VADIOS, de Francisco Moita Flores; UMA TRAGÉDIA PORTUGUESA, de António Nogueira Leite [é] O NOVO LIVRO DAS INUTILIDADES, de António Costa Santos; COMPROMISSOS PARA O FUTURO, de António José Seguro NO CENTRO DO FURACÃO, de Mário Soares; FÚRIA DIVINA, de José Rodrigues dos Santos [contra] PADRE MOTARD, de José Fonseca Lambelho; CÃO, COMO NÓS, de Manuel Alegre [com] PÉNIS - da masculinidade até ao orgão masculino, de Numo Monteiro Pereira; LARGOS DIAS TEM CEM ANOS, de Jorge Pinto da Costa [com] BOM SENSO, BOA VIDA, da professora Teresa Paiva; PORTUGAL A ARDER, de Joana Amaral Dias [são] PERCEPÇÕES E REALIDADES, de Pedro Santana Lopes; AS MULHERES DA MINHA VIDA, de Manuel Luis Goucha [ou] O QUE EU SEI SOBRE OS HOMENS, de Ana Sousa Dias; PELO CORAÇÃO DE PORTUGAL, de João Baião [pela] DEMOCRACIA SUSTENTÁVEL, de Paulo Rangel; PORTUGAL AGRILHOADO, de Francisco Louçã [mas] NUNCA TE DEIXAREI MORRER DAVID CROCKET, de Miguel de Sousa Tavares; O CÃO DE SÓCRATES, de anónimo [e] O CÃO QUE PENSAVA DEMAIS, de José António Saraiva[são] CONFISSÕES DO PÍU-PÍU DE PASSOS COELHO, pelo prório; POR TI RESISTIREI, de Júlio Magalhães [e pelos] MITOS DA ECONOMIA PORTUGUESA, de Álvaro [Santos Pereira].

 

Neste sortido de títulos, nomes e sobrenomes, pouco se enxerga de boa literatura, mas sobram livros para adornar uma prateleira vazia, esconder uma parede falsa, ou suportar uma mesa coxa. Com um pouco de jeito, é possivel fazermos algum humor, lendo apenas o título dos livros em azul. A negro restará apenas o nome dos afamados autores que tais oeuvres criaram.

 

 

 



publicado por Evaristo Ferreira às 15:36 | link do post | comentar

Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

É uma coisa inacreditável!... O Governo, pela voz do ministro das

Finanças, Vitor Gaspar, apresentou-nos ontem mais uma subida de impostos! Pela terceira vez, tal como se fosse um PEC-3, o Governo aumenta a receita do Estado para equilibrar o défice, pelo lado dos impostos, e pouco ou nada faz pelo lado da despesa. O ministro Gaspar, por este caminho, vai ficar na história como o Cobrador de Fraque do Governo de Passos Coelho. Não há mais paciência para aturar esta gente. Tinham prometido um "corte colossal" nas "gorduras do Estado", e, afinal, agora vieram dizer-nos que isso fica para Outubro, quando apresentarem o Orçamento de Estado para 2012... Este Governo não cumpre com aquilo que promete, falta à palavra dada, mente com todos os dentes. Já há um ano, em plena campanha para o derrube de José Sócrates, Passos Coelho afirmava que sabia como equilibrar as contas do Estado -- sem aumentar impostos, nem cortar no ordenado dos funcionários públicos. Passos Coelho recomendava o corte nas "gorduras do Estado", isto é, cortando na "despesa primária", nos "gastos intermédios", nas Parcerias Público-Privadas, etc. Reduzindo estas "gorduras do Estado", Passos Coelho obtinha um lifting nas contas públicas, qualquer coisa como 2.000 milhões de euros... Passos Coelho disse "nunca aceitar aumento de impostos", e considerava um hipotéctico corte no subsídio de Natal, como um crime que ele nunca cometeria... Afinal este Governo, que diziam ser de "gente competente, honesta e honrada", está a proceder como um "grupo colossal" de mentirosos, de hipócritas, de gente que não honra a palavra dada. O que queriam era chegar ao "pote"...  Permito-me citar aqui o director do Dinheiro Vivo, André Macedo: "Quanto à concretização dos cortes na despesa, nada de substantivo. Teremos de esperar por Outubro. A expectativa cresce. Já deu lugar à impaciência. [Carlos] Gaspar que não nos defraude". 

 

Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira,

em vilegiatura na ilha do Porto Santo, deu uma entrevista a um canal de televisão. O soba da Madeira -- velhíssimo e empedernido dinossauro da nossa democracia -- falou em directo da praia da Baleeira, de boné no toutiço e de tanga. Para quem o quiz ouvir. O soba acusou a Internacional Socialista e a Maçonaria de terem infiltrado agentes na Troika, que agora andam por aí, a atacar a Madeira, e contando histórias relacionadas com o "buraco" de 500 milhões de euros nas contas do arquipélago... O soba está cada vez mais lunático, paranóico, ridículo, e já não consegue enxergar que, até mesmo dentro do PSD-M, criou anticorpos, que já não têm paciência para aturar as suas diatribes e o seu despotismo. O seu ex-delfim, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, é um deles.

Ontem, os vinhateiros do Douro esmagaram as uvas frente à Casa do Douro,

como protesto por excesso de produção. Os foliões de Buñol, arredores de

Valência, esmagam o tomate em plena cidade e divertem-se com "La Tomatina"



publicado por Evaristo Ferreira às 14:40 | link do post | comentar

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