Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Este é um blogue político, onde são dissecados assuntos da governação,

de opinião não contraditada, e dos psitacídeos palradores em geral. Mas tambem é um blogue intimista, onde o autor se exprime sem freios, e deixa transparecer parte do seu carácter e das suas idiossincrasias. Hoje não trago nada no bolso que se relacione com o espírito carnavalesco, que já lá vai, nem com a governância neoliberal. Apenas ecos do ágape realizado para comemorar mais um aniversário de um dos confrades do Grupo do Turim (nada de confusões com o Grupo do Leão, de Columbano). Este grupo, reuniu-se hoje para festejar o aniversário de um dos seus confrades. Desta vez o aniversariante foi o Controller Sanches Galante, beirão, mas encastelado nas abas do Castelo de S. Jorge. Alguns dos confrades faltaram à chamada. Por diversas razões: o anarquista Fernando, está para Miami, mais uma vez, a celebrar mais um casamento de conveniência; a Corporate Governance Secretary, ficou a fazer a vez de baby sitter; a Accountant Suzy, faltou por estar de visita ao Sambódromo do Rio; o ex-Cashier, Joe Boer, falhou o ágape por ressaca do Carnaval. Mas a festa de anos do Controller fez-se, na companhia do Dispatcher Fadigas (autor da frase Essa, é de Queiroz!), e do General Services, Armando Pereira (Comendador da Ordem de Mérito, por serviços prestados a favor da Terceira Idade odivelense). O único activo da equipa Exxonmobilistica -- o Henriques de Tomar -- esteve presente, como sempre, embora já tenha sido «trespassado» para os Champas da OZ. Foi uma festa de quarteto, mas muito bem assistida pelo pessoal do Turim. Foi um tempo de recordar o passado, mas tambem de olhar para o presente. Recordámos o Adamastor Sebastião Camões, que mandava no Terminal; o sósia de Ernest Hemingway (Passos Faria), que passava o dia a cofiar a barba branca;  o Costa, das Contas Barter, que emigrou para a Cidade do Santo Nome de Deus de Macau; o Compadre Alentejano (Lourenço), que tinha sempre uma anedota para contar; a miss Schiappa, que abandonou as funções para voltar à vida universitária; a Carminho, que secretariou em LPG e Finanças; a contratada alentejana (Manpower), de nome Maria Cravo Noivo Cueca, and so on.  Reviver o passado na companhia de amigos, a celebrar o aniversário de um deles, é um ritual que nos conforta, e nos ajuda a esquecer esta crise.

Este é o Grupo do Leão, do magistral pintor Columbano Bordalo Pinheeiro, que eu vislumbrei

numa das paredes do Museu de Arte Contemporânea, conhecido hoje como Museu Nacional do

Chiado... Já lá vão 50 anos, mas ainda hoje a cena do quadro continua a impressionar-me.



publicado por Evaristo Ferreira às 16:15 | link do post | comentar

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