Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

O primeiro-ministro Passos Coelho continua resguardado, assim

como Paulo Portas, que nesta altura anda lá por Brasília, a cuidar da diplomacia. O porta-voz deste Governo, continua a ser o super-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, que tem estado sempre disponivel para responder à opinião pública, sobre as medidas tomadas ou a tomar pelo executivo de Passos Coelho. Ontem realizou-se o encontro entre os parceiros sociais. Amanhã haverá Conselho de Ministros, onde serão aprovadas medidas do programa da troika e do Governo. Depois do corte no subsídio de Natal e do aumento dos transportes em 15%, mais "apertos" serão decretados, com efeitos a breve prazo. A austeridade vai sentir-se de forma aguda, gerando anticorpos na sociedade portuguesa. Já sabemos o que nos espera. Basta olhar para a Grécia e a Irlanda.

 

Afinal o Ricardo Costa, director do Expresso, tinha razão para não

alterar nem uma linha no que havia escrito: os serviços de informação estratégica do Estado forneceram dados pessoais à Ongoing sobre Bernardo Bairrão, que havia sido indicado por Miguel Macedo para secretário do MAI. Ficamos a saber, pelo trabalho jornalistico do DN, de hoje, que Manuela Moura Guedes enviou uma SMS a Passos Coelho a informar sobre Bairrão. E mais uma vez se verifica que o primeiro-ministro não é assim tão duro como querem fazer-nos crer. Passos Coelho cedeu a Moura Guedes, retirando Bairrão da lista de secretários... e Miguel Macedo engoliu em seco. Depois há a "notícia", a "cacha" ou a "asneira" do Professor Marcelo, que "bufou" na TVI, aquilo que era segredo de negócios. No final de tudo isto, é de lamentar o que se passa com "espiões" e servidores do Estado, sempre que prescindem deste, em favor dos privados. Temos promiscuidade, oportunismo, traição, mercantilismo... Veja-se o que aconteceu em Inglaterra entre o News of the World, o governo, a polícia e os free-lancers da comunicação social. Os "mercados" não olham a meios para atingirem os seus fins.

 

TAXA SOCIAL ÚNICA : Vamos ver como o Governo vai resolver esta

questão, que consta do programa da troika. Uns recomendam corte de 10 a 12 por cento, mas apenas para empresas exportadoras. O pequeno comércio tambem quer beneficiar com este corte. A hotelaria e restauração, está em polvorosa. Tambem quer descontos, e quer que a questão do aumento do IVA seja ponderada, pois tornaria ainda menos competitiva a restauração nacional. Já ameçam com 200.000 despedimentos para os próximos dois anos.

 



publicado por Evaristo Ferreira às 14:46 | link do post | comentar

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