Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Finalmente o primeiro-ministro, Pedro  Passos Coelho, completou a

"equipa" que vai "navegar, por mares nunca dantes navegados", a fim de "dobrar o Cabo das Tormentas" e acabar com a crise económica e financeira que assola este país. Porém, não podemos esquecer que a taróloga Maya continua a exercer influência sobre Passos Coelho, tal como fizera na campanha eleitoral. Este facto pode constituir um "enguiço" para a "equipa" de Passos Coelho, desde que não sejam cumpridas as promessas feitas aos deuses e às estrelas do céu... Quando se faz um pedido, fica-se em dívida; quando a dívida não é paga, é-se castigado. Além do Tarot, a "equipa" de Passos Coelho está sob o efeito da Numerologia... Trata-se de uma "equipa" com 11 jogadores (o árbitro é Passos Coelho) e a estratégia é 4 x 3 x 4, cuja soma é 11. O número 11 corresponde ao símbolo 2. Este 2, corresponde aos dois Secretários de Estado (Francisco Zé Viegas e Carlos Moedas), que tomaram posse com a "equipa", perfazendo, assim, o número 13 -- um número que pode ser "santo", mas tambem pode ser de "azar"... Depois, temos os 33 Secretários de Estado, que hoje foram empossados. Ora 33, dá o símbolo 6 (o dígito da Besta). Mas tem mais: 33 foi a idade com que Cristo foi crucificado. Depois de analizados estes factos (concretos), é fácil apontar o erro cometido por Passos Coelho, quando "misturou" a "equipa" de 11 com mais 2 Secretários; outro tanto fez com os empossados de hoje: eles eram 35 (a soma deste número é 8, um número de riqueza), mas Passos já havia subtraído 2, pelo que restam 33 = 6 (o tal número da Besta). Cruzes, canhoto!

Perante tudo isto, a "equipa" de Passos Coelho está exposta a agoiros e enguiços de abracadraba -- nem mesmo a Maya, com as armas que tem (as cartas de Tarot) vai conseguir desfazer tantos nós. (Sim, o António Carrapatoso já tinha escrito a livro Desatar o Nó, mas ficou fora do Governo). Eu temo pelo futuro. As coisas vão complicar-se. A "trapalhada" com o Bernardo Bairrão, é um sinal da Besta. Não esqueçamos como tudo se passou: Miguel Macedo escolheu Bairrão para Secretário da Administração Interna, o Professor Marcelo, na sua homília dominical na TVI, quiz surpreender tudo e todos, indicando o nome do administrador da TVI para Secretário do MAI. Disse e repetiu o nome, duas vezes, pois o Júlio Magalhães ficou de queixo caído, ao saber que o seu patrão ia sair de Queluz... A impertinência do oráculo Marcelo, fez com que Passos Coelho (que não é um "animal manso") desse o dito por não dito e escolhesse outro nome para o cargo, Filipe Lobo D'Ávila. Passos Coelho já teve que emendar o "ficheiro que tem na cabeça", quando teve de substitiur Nobre por Assunção Esteves. Voltámos às "trapalhadas". 

Sinceramente, estou preocupado com o futuro.



publicado por Evaristo Ferreira às 14:41 | link do post | comentar

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