Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

Previsões, adivinhações, percepções, e simulações recolhidas pelo I:

"Temos um ano de 2013 ainda muito difícil [...] Penso que temos de cerrar os dentes e aguentar este barco", disse o economista Luis Campos e Cunha. "As perpectivas não são boas", ditou o Conselheiro de Estado, António Bagão Félix. "Penso que será um ano especialmente difícil", sentencioiu o Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins. "Andámos a fazer asneiras enormes durante 15 anos [...] Agora começamos a ter já resultados e ficar tudo aliviado em 2013, claro que não", assim orou o economista da Católica, João César das Neves. "As perspectivas não são optimistas [...] O desemprego vai aumentar [...] As condições de vida vão piorar", anotou o economista João Ferreira do Amaral. "Estou convencido de que vamos ficar na mesma e se calhar pior um bocadinho", ditou Manuel Sobrinho Simões, médico e Director do IPATIMUP. "Sei que vai ser mais difícil [...] Precisamos de dar as mãos, em primeiro lugar", proclamou o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga. "Tenho dois netos que vão para o estrangeiro. Qualquer dia somos um país de velhos", desabafou a cantora Simone de Oliveira. "Não sei se vai ser pior [...] Esse campeonato é difícil de fazer. Vai ser uma ano difícil [...] O estilo que foi nestes últimos dois anos [...] atirar medidas para cima , para cima das pessoas, boas ou más, em geral más agora" (?), explicou o assarapantado sociólogo, António Barreto. "Os políticos podem salvar a nossa identidade e a nossa cultura [...] pois sem ela perdemos a nossa identidade", confessou a artista plástica, Joana Vasconcelos. "As pessoas que se encontram à frente dos destinos do país [...] não são cidadãos livres. Estão ligadas e são dependentes de interesses", admitiu o escritor Mário de Carvalho. "A situação não é brilhante. Penso que vai agravar-se", disse o especialista em segurança e terrorismo, José Manuel Anes. "2013 tem de ser o ano de viragem [...] Sinto[-me] parcialmente humilhado por ter entidades estrangeiras a mandarem no que se faz em Portugal", desabafou o economista Ricardo Reis. "Este Orçamento de Estado é criminoso [...] Temos um governo que foi eleito mas que toma decisões que vão para além daquilo que apresentou", acusou a activista, Paula Gil. "Os meus annus horribilis fecharam o seu cíclo infernal há pouco tempo", confessou o humorista, Herman José.

Não há dúvida de que este país está cheio de gente que não confia no Governo.

Ano e meio de cortes cegos, que vão "além da Troika" e com a política do "custe o que custar",

os portugueses acham que chegamos ao "limite dos sacrifícios" pedidos por este Governo.



publicado por Evaristo Ferreira às 15:59 | link do post | comentar

1 comentário:
De Francisco Clamote a 2 de Janeiro de 2013 às 23:08
Sou só mais um a não confiar neste governo. E, já agora, digo o mesmo em relação a Cavaco.


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